"Quem luta, nem sempre ganha, mas quem não luta, perde sempre!"

 
Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010
Claramente em crescendo

Claramente em crescendo, está a candidatura de Francisco Lopes.
 

Começou a campanha apelidado de "desconhecido dos cidadãos", "ortodoxo", "homem do aparelho partidário", entre muitos outros adjectivos. Hoje, já começamos a ouvir alguns comentadores dizer que afinal, Francisco Lopes é um homem inteligente, com qualidades, e muito bem preparado.
 

Mas é óbvio que a candidatura de Francisco Lopes é muito mais que isto.
 

A candidatura de Francisco Lopes é a única que não está comprometida, directa ou indirectamente, com o desastre governativo praticado pelo PS/PSD/CDS.
 

A candidatura de Francisco Lopes personifica a RUPTURA com as políticas seguidas ao longo destes 35 anos e que conduziram o país à situação em que se encontra actualmente.
 

A candidatura de Francisco Lopes representa todos aqueles que estão cansados do regabofe e do fartar vilanagem em curso no nosso país.
 

A candidatura de Francisco Lopes é claramente a única alternativa coerente de esquerda nestas eleições presidenciais.

  

É isto que os analistas e comentadores, à medida que vão conhecendo melhor o candidato e as suas propostas, também ficam a saber. No entanto não o dizem, antes se vão ficando apenas por uns ligeiros elogios.
Mas nós também sabemos que essa pequena cedência por parte dos média, já é o reconhecimento da consistência e da clareza desta candidatura.

 

Porque a candidatura de Francisco Lopes, ao contrário das outras todas, assume o compromisso da defesa da soberania, do cumprimento da Constituição da República e de uma intervenção capaz de responder ás necessidades do povo e do país.
 

Uma coisa é certa: a candidatura de Francisco Lopes está claramente em crescendo e é importante que nós, que o conhecemos melhor e nos revemos na sua candidatura, sejamos capazes de fazer com que mais e mais portugueses também o conheçam melhor a ele e às suas propostas.

 



publicado por vermelho vivo às 00:33
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3 comentários:
De A Chispa ! a 20 de Dezembro de 2010 às 18:39
F.Lopes personifica a RUPTURA com as politicas seguidas ao longo destes 35 anos" então porque se reivindica "vinculada aos valores de Abril" quando estes valores são os valores da "democracia" capitalista?

António Carlos


De vermelho vivo a 20 de Dezembro de 2010 às 23:33
Caro António Carlos,

Julgo entender onde quer chegar. Mas deixe que lhe diga que não concordo minimamente consigo. Os valores vinculados em Abril foram os de uma democracia avançada de base teórica socialista. Esta democracia actual é o fruto da ofensiva capitalista começada com o golpe contra-revolucionário de 25 de Novembro. Essa ofensiva continuou permanentemente em marcha e foi-se acentuando até aos dias de hoje.
A FALSA DEMOCRACIA em que hoje vivemos é o resultado do trabalho árduo de Mário Soares (e Frank Carlucci), Mota Pinto, Freitas do Amaral, Sá Carneiro, Pinto Balsemão, CAVACO SILVA, António Guterres, Durão Barroso, Santana Lopes, José Sócrates. Coadjuvados por muitos outros "democratas de esquerda" como MANUEL ALEGRE ou DEFENSOR MOURA.
Apoiados coniventemente por supostos "apolíticos" e independentes dos partidos, como FERNANDO NOBRE, que "apenas" apoiou Durão Barroso no congresso do PSD e depois para primeiro-ministro e António Capucho para as autárquicas ou o BE para PE. E que é "apenas" o candidato apadrinhado e incentivado por MÁRIO SOARES. que o mesmo é dizer: por um dos principais responsáveis, juntamente com CAVACO SILVA, por tudo isto.

Tal como escrevi: "últimos 35 anos" e não últimos 36 anos e meio.
Não considero de forma alguma que esta democracia actual represente os valores de Abril. Esses, começaram a ser destruídos 1 ano após a revolução pelos coveiros acima mencionados (apenas os mais destacados)
E por isso mesmo, a necessidade de uma RUPTURA política que devolva o país aos valores preconizados após a revolução de 25 de Abril de 1974. Valores que reponham a soberania de Portugal, que apostem no progresso, que reponham a verdadeira democracia, que incentivem à produção nacional, que respeitem o trabalho e os trabalhadores. Em suma, uma RUPTURA política que recoloque Portugal como um país dos portugueses e ao serviço dos portugueses.

Volte sempre,
cumprimentos.


De A Chispa ! a 23 de Dezembro de 2010 às 14:34
Caro Rogério
Dizer que "os valores vinculados em Abril foram os de uma democracia avançada de base teórica socialista" quando a Constituição burguesa aprovada em 1975 era um dos garantes da ordem Constitucional "Democrática" burguesa e como tal defensora do principio do direito à propriedade privada, parece-nos um enorme exagero da sua parte.
Que diga que no quadro do capitalismo a base teórica da Constituição tenha sido das mais avançadas do ponto de vista da democracia capitalista ocidental, concordariamos consigo. No entanto queremos acrescentar que os aspectos mais prograssistas consignados no texto Constitucional,foram obra das grandes movimentações proletárias que se seguiram ao 25 de Abril, caso contrário ficariamos submetidos às limitações impostas pelo programa do MFA, que desde princípio o PCP apoiou e por isso na altura criticou as movimentações dos trabalhadores, contribuindo na prática para que este movimento não fosse mais longe.(Sugerimos que leia os "Avantes" da época, para poder confirmar este mesmo.
Defende ainda, uma "Ruptura politica que recoloque Portugal como um País dos portugueses e ao serviço dos portugueses" Mas a sociedade portuguesa não é uma sociedade composta por classes sociais? O proletariado português não é explorado pela classe capitalista e não é esta a responsável por todas as chagas sociais que atingem o proletariado e o povo trabalhador? Então a nossa luta não tem que ser dirigida contra a classe capitalista nacional e até internacional, a exigir deve ser para os trabalhadores,e não apenas para os nacionais, também para todos os imigrantes.
Aumentar a "produção", mas para vender a quem? Meu caro o problema da economia capitalista portuguesa, não é de falta de produção, mas sim de perda de competitividade.
Um abraço
A Chispa!


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