"Quem luta, nem sempre ganha, mas quem não luta, perde sempre!"

 
Domingo, 4 de Março de 2007
Alguém tinha dúvidas?

 

À espreita. Ou já a aproveitar portas abertas pela saída de serviços públicos. Mirandela, Vila Nova de Cerveira e Mealhada são três exemplos do interesse que operadores do sector privado e social demonstram pelo redesenhar do mapa de Saúde. Vários grupos admitem estratégias que partem, a partir dos centros urbanos, atrás de serviços de proximidade.

"Soluções globais para necessidades locais" é o lema com que António Almeida Dias sintetiza o rumo dos serviços de saúde do grupo CESPU, nascido a partir de uma cooperativa de ensino superior do Porto. Com quase duas dezenas de clínicas a funcionar - quatro hospitais de pequena dimensão -, a CESPU tem projectos de ampliação e não ignora uma lei básica do mercado a da oferta e procura.

"Afastar a oferta da população, como se está a fazer com urgências e serviços de atendimento permanente, dará maus resultados", antevê Almeida Dias, para quem "a maioria das pessoas prefere a comodidade de ter serviços perto de casa, mesmo pagando mais". Como prova a onda de protestos que tem varrido o país, atingindo ontem Peniche.

O que dá razão a isto:

Povo de Peniche une-se à Câmara pelas urgências

O Largo do Município, em Peniche, foi pequeno para acolher as mais de duas mil pessoas que quiseram apoiar a Câmara na defesa da manutenção da urgência básica do Hospital da cidade. Os autarcas de todas as forças políticas (PS, PSD e CDU) subiram a um palco improvisado, mostrando desta forma "a união em torno da defesa dos interesses dos penichenses".

Uma "unanimidade local" enaltecida pelo presidente da autarquia, António José Correia (CDU), que comunicou à população estar "confiante" numa decisão política favorável do ministro da Saúde. É que "o diálogo ainda agora vai começar" e o autarca acredita "no bom senso" de Correia de Campos. "O ministro diz que quer tratar caso a caso e nós também queremos, por isso está tudo ainda em aberto", explicou o presidente da edilidade, salientando a necessidade de "haver cabeça fria para não se dar tiros no pé".

Textos retirados do JN de Domingo 4-3-2007



publicado por vermelho vivo às 18:55
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