"Quem luta, nem sempre ganha, mas quem não luta, perde sempre!"

 
Quarta-feira, 2 de Maio de 2007
João Proença e a UGT

João Proença no 1.º de Maio:

...“O líder da UGT não deixou ainda assim de censurar fortemente o Executivo Sócrates, sobretudo pelo aumento do desemprego, da precariedade do trabalho e das desigualdades sociais. "Sentimos novamente a pobreza e a exclusão", disse, já que o combate ao défice público "tem sido feito à custa dos salários e das pensões", além da quebra no investimento público. "Não é aceitável as políticas do quero, posso e mando!"

João Proença, num discurso duro para o Governo, responsabilizou-o pelo "caos" na administração pública. "Assiste-se também a uma ameaça generalizada aos trabalhadores de passarem para o quadro da mobilidade. Basta que não agradem ao chefe."

Perante cerca de mil pessoas, Proença frisou que a única inspecção que não é reforçada é a do trabalho. "Até parece que os trabalhadores são a última prioridade do Governo.”

In "DN" de 02-05-2007 

 

Teriam que me explicar como se Eu fosse muito, muito, muito burro, porque é que este mesmo dirigente sindical e esta central sindical dizem não haver razões para a convocação de uma greve geral...

A cara não bate com a careta, aponta razões suficientes, mas sente-se obrigado a fazer o "frete" ao PS não alinhando na greve geral e tentando dividir os trabalhadores.

Talvez nas "fretadas" que a UGT se envolve, se encontre a explicação para o facto de no 1.º De Maio da UGT estarem cerca de 1.000 (???) pessoas e no 1.º de Maio da CGTP estarem cerca de 60.000. Os trabalhadores sabem bem quem são os seus dignos representantes e quem são os farsantes do meio sindical.

Não fosse o protagonismo que o governo e a comunicação social se vêm obrigados a dar-lhe e este dito sindicato já nem fazia parte da história actual. Assim, lá vai tentando cumprir (sem êxito) a sua função de divisão no meio laboral.

A GREVE GERAL marcada pela CGTP será uma grande resposta  da classe trabalhadora às politicas neo-liberais do governo Sócrates/PS e não serão meia dúzia de falsos sindicalistas que a conseguirão pôr em causa.

A resposta às palavras de João Proença, vou buscá-la a uma frase de Che Guevara:

"A Revolução é algo que se tem na alma, não na boca para viver dela"



publicado por vermelho vivo às 23:57
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