"Quem luta, nem sempre ganha, mas quem não luta, perde sempre!"

 
Terça-feira, 31 de Julho de 2007
Ainda sobre a Festa da Fraternidade

Após uns dias de ausência, recomeço a escrita ainda com a Festa da Fraternidade.

Pela sua relevância, merecem ficar registadas mais algumas considerações sobre o evento.
 

Esta é uma iniciativa fruto da vontade, querer e dinamismo dos militantes taipenses do PCP que desta forma também contribuem para o necessário abanão cultural que a vila precisa.
 

Nesta 2.ª Edição propuseram-se:
Juntar no mesmo espaço, intervenção política, cultura, festa, convivio e diversão. Realizando uma festa de 2 dias com um programa musical atractivo e abrangente, incluindo vários géneros musicais. Montar uma cozinha com toda a logística necessária de forma a assegurar um bom serviço. Preparar o espaço com meses, bancos, um bar ao jeito de tasca e um outro de bebidas espirituosas. Uma pequena feira do livro Incluindo a apresentação de um romance e uma sessão de autógrafos com o próprio autor, e aqui diga-se, talvez seja inédito na nossa vila, uma acto cultural desta natureza. Uma tômbola “sai sempre” e um pequeno espaço reservado à venda de materiais de conteúdo político. Além de, como é óbvio,  assegurar uma importante intervenção política. Porque a Festa da Fraternidade, pretende também reafirmar os ideais de liberdade, solidariedade e fraternidade, tal como as lutas e propostas do Partido Comunista Português.

E ainda... Não esquecer os mais novos, proporcionando-lhe um espaço de animação e diversão próprio, dentro da festa. Ter gente necessária para executar todas as tarefas e o sucesso do evento.

Quem já passou pela organização e realização de eventos, sabe o quanto é dificil e trabalhoso levantar uma iniciativa deste género.

Pois realce-se que esta iniciativa foi levantada quase exclusivamente com o voluntarismo, o empenho, e o esforço dos militantes comunistas das Taipas e da organização concelhia da JCP. E é este aspecto, de enorme importância porque mostra a força e a convicção que orientam estes homens e mulheres, que o distingue de muitas outras iniciativas que se vão realizando. A organização do PCP/TAIPAS demonstrou a qualidade e a capacidade que possui, proporcionando aos taipenses e todos os outros visitantes da Festa da Fraternidade, dois dias com excelentes momentos.

Está de parabéns a organização das Taipas do PCP.  Podem e devem os taipenses ter orgulho nestes seus homens e mulheres de militância comunista, que com a consciência política e a força da sua convicção, não vêem obstáculos em trabalhar empenhada e voluntáriamente para cumprir os objectivos a que se propõem.

Também é digno de realce, os apoios de várias entidades e particulares, que compreendendo a importância do evento para as Taipas, responderam afirmativamente aos apoios solicitados. 
 

Outro aspecto importante e agradável: a solidariedade e amizade demonstrada por muitos camaradas e amigos de vários pontos do país, e até um galego, que se associaram a esta festa colocando nos seus blogs o respectivo cartaz e divulgando o evento.
 

Por fim, e quem sabe se também devido a esta divulgação bloguistica, a constatação de que a Festa da Fraternidade, ainda só vai na 2.ª Edição e  já derrubou as barreiras do concelho. Por lá passaram gente de várias localidades como, Famalicão, Braga, Porto, entre outros. E até um grupo de Espanhois, que na Sexta-feira não passou despercebido devido ao idioma linguístico, marcou presença.
 

A vila das Taipas continua profundamente carente de um programa cultural e de animação atractivo e abrangente que mobilize a sociedade taipense e “espevite” a vila a este nível.

Como tal, a Festa da Fraternidade, embora sendo uma iniciativa marcadamente política, é uma iniciativa que engrandece a vila e contribui para o crescimento político e cultural desta.
 

Ressalvando a devida proporção, convém não esquecer que também a Festa do Avante, sendo um acontecimento marcadamente político, é o maior evento cultural anual que se realiza em Portugal e que acolhe centenas de milhar de pessoas de todo o pais e estrangeiro, comunistas e não-comunistas. E realço aqui, que também ele, é fruto do empenho, do voluntarismo e da capacidade dos comunistas.



publicado por vermelho vivo às 18:40
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1 comentário:
De igrejavelha a 31 de Julho de 2007 às 19:05
Também partilho da opinião que o evento foi importante e que se começa a tornar "obrigatório" no panorama lúdico/cultural das Taipas. Por isso espero que não desanimem e sobretudo não desistam com os contratempos, os falhanços, as insuficiências. Como dizia o Zeca Afonso, em toda a parte há quem fique para trás.



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